Um trailer do documentario sobre a função social da escola. A escola serve pra que?
Entrevistamos representantes do poder publico, mães, pais, diretores, professores e a sociedade em geral com a mesma duvida. E para você a escola serve pra que ?
Em "Educando e Elogiando Meninos", a autora apresenta dicas que auxiliam aquele que será o responsável por esta tarefa que parece simples, mas que pode causar impactos negativos quando feito sem medida.
Assim como a criação de meninos e de meninas tem diferenças, os elogios também merecem alguns cuidados quando direcionados para meninos ou meninas. Um bom alerta para aqueles adultos que são pródigos ou comedidos demais em seus elogios inconscientes de que isso pode afetar profundamente o desenvolvimento da criança.
O que pensar de uma educação que admite o escândalo de um povo marginalizado e imerso na passividade? Neste livro, Paulo Freire, o célebre e grandioso educador, propõe condições e métodos para que ninguém seja mais excluído ou colocado à margem da vida nacional em nome de uma educação orientada para a autenticidade.
Escrita quando o autor já se encontrava no exílio, a obra reflete a maturação e a autocrítica, sendo o primeiro texto a refletir sobre suas experiências pedagógicas. Paulo Freire não deixa dúvidas quanto à concepção de educação: defende ardorosamente a pedagogia conscientizadora como força de mudança e libertação.
Senado aprova proposta que aumenta Orçamento para educação Publicidade da Agência Senado da Folha Online O Senado Federal aprovou por unanimidade nesta quarta-feira a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 96A/03 que reduz anualmente, a partir do exercício de 2009, o percentual da DRU (Desvinculação das Receitas da União) incidente sobre os recursos destinados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino. Criada em 1994 com o nome de Fundo Social de Emergência, a DRU permite à União retirar da área 20% dos recursos que, pela Constituição, teriam que ser destinados ao setor. Pela proposta, a alíquota que era de 20% cai para 12,5% no exercício de 2009 e 5% em 2010. Em 2011, não haverá mais a incidência da DRU na educação. O ministro Fernando Haddad (Educação) --que acompanhou a votação--, afirmou que o Congresso corrige uma distorção do passado. Segundo ele, desde 1994, a educação vem perdendo cerca de R$ 10 bilhões por ano com a DRU. "Fizemos as contas e a educação perdeu cerca de R$ 100 bilhões nesse período. Poderíamos ter formado todos os professores e matriculado todas as crianças na educação infantil", disse. Embora o fim da desvinculação dos recursos para a educação só esteja previsto para ocorrer a partir de 2011, a PEC estabelece redução da DRU já em 2009 e 2010, liberando verbas extras de R$ 4 bilhões e R$ 7 bilhões, respectivamente. Parte do valor poderia ser repassado a Estados e municípios, responsáveis pela oferta do ensino médio e da pré-escola, respectivamente. O Orçamento da educação neste ano é de cerca de R$ 41 bilhões. A previsão para o próximo ano é que seja R$ 50 bilhões. A PEC também torna obrigatório o ensino para crianças e jovens de 4 a 17 anos. Hoje, a obrigatoriedade abrange a faixa etária de 6 a 14 anos. Com isso, seriam acrescentados dois anos da pré-escola e o ensino médio. Durante a tramitação da proposta, a mudança da obrigatoriedade do ensino foi apoiada pelo Ministério da Educação. Pela Constituição, os pais e o poder público podem ser responsabilizados pelas crianças fora da escola. De acordo com Haddad, os recursos da desvinculação serão investidos na universalização da pré-escola e do ensino médio. A matéria segue, agora, para promulgação. Com Agência Brasil
A PARTIR DE HOJE, ESSE BLOG PASSA A ATENDER UMA DEMANDA AINDA MAIOR DE CONTEÚDO E DE UMA PAIXÃO PESSOAL QUE TENHO PELA EDUCAÇÃO, NISSO, VENHO AFIRMAR QUE A PARTIR DE HOJE ESSE BLOG TRARÁ COMENTÁRIOS PESSOAIS, NOTICIAS EDUCACIONAIS E CULTURAIS E AFINS QUE SERÃO IMPOTANTES PARA O FUTURO DESSE PROJETO.
In (The Social Soul of a Man Under Socialism, 1891)
Pode-se até admitir que os pobres tenham virtudes, mas elas devem ser lamentadas. Muitas vezes ouvimos que os pobres são gratos à caridade.Alguns o são, sem dúvida, mas os melhores entre eles jamais o serão. São ingratos, descontentes, desobedientes e rebeldes - e têm razão. Consideram que a caridade é uma forma inadequada e ridícula de restituição parcial, uma esmola, geralmente acompanhada de uma tentativa impertinente, por parte do doador, de tiranizar a vida de quem a recebe. Por que deveriam sentir gratidão pelas migalhas que caem da mesa dos ricos? Eles deveriam estar sentados nela e agora começam a percebê-lo. Quanto ao descontentamento, qualquer homem que não se sentisse descontente com o péssimo ambiente e o baixo nível de vida que lhe são reservados seria realmente muito estúpido. Qualquer pessoa que tenha lido a história da humanidade aprendeu que a desobediência é a virtude original do homem. O progresso é uma conseqüência da desobediência e da rebelião. Muitas vezes elogiamos os pobres por serem econômicos. Mas recomendar aos pobres que poupem é algo grotesco e insultante. Seria como aconselhar um homem que está morrendo de fome a comer menos; um trabalhador urbano ou rural que poupasse seria totalmente imoral. Nenhum homem deveria estar sempre pronto a mostrar que consegue viver como um animal mal alimentado. Deveria recusar-se a viver assim, roubar ou fazer greve - o que para muitos é uma forma de roubo. Quanto à mendicância, é muito mais seguro mendigar do que roubar, mas é melhor roubar do que mendigar. Não! Um pobre que é ingrato, descontente, rebelde e que se recusa a poupar terá, provavelmente, uma verdadeira personalidade e uma grande riqueza interior. De qualquer forma, ele representará uma saudável forma de protesto. Quanto aos pobres virtuosos, devemos ter pena deles mas jamais admirá-los. Eles entraram num acordo particular com o inimigo e venderam os seus direitos por um preço muito baixo. Devem ser também extraordinariamente estúpidos. Posso entender um homem que aceita as leis que protegem a propriedade privada e admita que ela seja acumulada enquanto for capaz de realizar alguma forma de atividade intelectual sob tais condições. Mas não consigo entender como alguém que tem uma vida medonha graças a essas leis possa ainda concordar com a sua continuidade. Entretanto, a explicação não é difícil, pelo contrário. A miséria e a pobreza são de tal modo degradantes e exercem um efeito tão paralisante sobre a natureza humana que nenhuma classe consegue realmente ter consciência do seu próprio sofrimento. É preciso que outras pessoas venham apontá-lo e mesmo assim muitas vezes não acreditam nelas. O que os patrões dizem sobre os agitadores é totalmente verdadeiro. Os agitadores são um bando de pessoas intrometidas que se infiltram num determinado segmento da comunidade totalmente satisfeito com a situação em que vivem e semeiam o descontentamento nele. É por isso que os agitadores são necessários. Sem eles, em nosso estado imperfeito, a civilização não avançaria. A abolição da escravatura na América não foi uma conseqüência da ação direta dos escravos nem uma expressão do seu desejo de liberdade. A escravidão foi abolida graças a conduta totalmente ilegal de agitadores vindos de Boston e de outros lugares, que não eram escravos, não tinham escravos nem qualquer relação direta com o problema. Foram eles, sem dúvida, que começaram tudo. É curiosos lembrar que dos próprios escravos eles recebiam pouquíssima ajuda material e quase nenhuma solidariedade. E quando a guerra terminou e os escravos descobriram que estavam livres, tão livres que podiam até morrer de fome livremente, muitos lamentaram amargamente a nova situação. Para o pensador, o fato mais trágico da revolução francesa não foi o de que Maria Antonieta tenha sido morta por ser rainha, mas que os camponeses famintos da Vendée tivessem concordado em morrer defendendo a causa do feudalismo.
Ser fumante ou não ser, eis a questão (incompleto)
Engraçado... sou fumante e respeito as pessoas. Não fumo do lado de não-fumantes, evito ficar contra o vento para não ir fumaça pras pessoas, não fumo nem em casa, entre outras coisas, pq a fumaça me incomoda tbm. É um vício desgraçado sim, que quero parar. Mas do mesmo jeito que os não fumantes não são obrigados a aturar minha fumaça, tbm não queria ser obrigada a parar. Se é tão nocivo, pq não proíbem a fabricação e comercialização do cigarro? Porque não proíbem as empresas de cigarro faturarem aqui, ao invés de multar os comerciantes? Porque também não proíbem o comércio de bebidas alcoólicas, que faz um mal muito pior, já que em muitos casos altera a consciência da pessoa gerando acidentes e violência? Ah não, estes pagam impostos né... a multa e a discriminação são os fumantes e comerciantes que pagam! Oferecer tratamento gratuito a quem quer parar não oferecem, propagandas para o fumante ser mais educado, isso custa caro. É mais fácil promover uma discriminação ao fumante como se fosse a um usuário de cocaína por exemplo! Sendo que um alcoolizado causa muito mais danos que a fumaça, que por sinal é bem menos nociva que a dos escapamentos dos carros, fábricas, etc. Mas tudo isso paga imposto, é mais fácil mesmo promover guerra entre fumantes e não-fumantes, como se esse vício fosse determinar quem presta ou não presta, generalizando todos os fumantes como mal-educados, idiotas, marginais, drogados, etc... Pra mim isso é fascismo SIM!!!
Tristeza, palavra tão forte que brada no coração das pessoas que conseguem viver a vida à espera da morte. Pessoas que são resumidas ao último suspiro, que não se libertam quando podem se libertar e que criam uma cápsula de devoção à esse fim esperado por muitos e vividos por todos. Porque algumas pessoas dão tanto valor aos seus sentimentos sombrios e naturais ao passo que outros que também sabem que terão o mesmo fim não se prendem à esse fim? Não entendo isso, mas vivo da mesma maneira que essas pessoas...
A vida é tão bonita e tão infinita que nós relutamos em pensar em seu fim, algo normal em uma sociedade que encara a morte como algo que não seja natural, mas a morte é natural,então porque algumas pessoas vivem idolatrando a morte? Por que ao invés de se pensar em aproveitar a vida e beber dela até a última gota, vivenciamos e até às vezes, suplicamos pela morte?
Meu medo não é o de morrer, mas o de não conseguir viver... Tantas realizações são conquistadas por tantas pessoas, tantas alegrias são comemoradas por todo o tipo de pessoas ao redor do mundo infinito que é o nosso, e eu infelizmente não consigo entender o proprosito dessa alegria toda. Por que isso?
A morte, o fim, o último suspiro, não são apenas palavras, não são apenas conceitos, são realidades, vividas por grandes mentes em vários momentos de suas vidas, mas, em certos momentos, essas palavras tomam uma proporção tão grande que destróem todo o conceito de vida.
Às vezes, palavras são mais que sentimentos, palavras são mais que simples conceitos, mais do que tudo... E a palavra tristeza e a palavra morte, entram como um fecho de sombra na vida das pessoas e tomam conta de todo o seu ser. Incrível isso. A morte que é um fim toma conta do durante e mata o inicio: a vida.
A vida se resume a um suspiro e a morte faz parte desse suspiro já que é o último dela.
Quero me libertar, quero me inventar, quero me inspirar e ser libertador, ser inventor e ser inspirador.
Sair da morte e entrar na vida parece ser o melhor remédio, mas a cura para essa doença é tão difícil, tão traiçoeira, tão viciante...
A vida consegue alimentar as pessoas, mas a morte vicia... E o vício vence o alimento, pois o substitui, acaba se tornando o próprio alimento... Pergunte a qualquer viciado em qualquer coisa, se esse vício não se torna alimento para todo o sempre.
Tristeza, morte, vida, felicidade, alimento e vício... Variações do mesmo tema que se fundem e lutam dentro de cada um de nós... Quem vencerá? Quem deixaremos que vença? A quem pemitiremos a vitória final?
Essa batalha já está ganha, a morte vence todos nós... Então para que lutar? Para que viver? Para que querer modificar o destino, se esse destino é o mesmo para todos nós?
A morte faz parte da vida e a vida faz parte da morte, e nós, somos alimentados por ambas, só nos resta saber a qual nós alimentamos.
Nosso alimento é o dia a dia e temos que alimentar a vida, pois é nela que encontramos as superações, é nela que encontramos o verdadeiro sentido de tudo, é na vida que merecemos ser mais, é na vida que somos humanos, é na vida que nos tornamos quem queremos e quem podemos ser, e ser humano, ser melhor é uma caracteristica da vida e não da morte... Somos lembrados pelo que realizamos em vida, mas, alguns são lembrados pela maneira que morrem... Que contra-senso...
Enfim, morro a cada dia e vejo minha vida fluir em minhas mãos como areia da praia... Mas essa é uma escolha minha, não uma verdade absoluta... Tenho de reagir, e um dia conseguirei ser novamente quem me lembro que um dia fui...
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